O(eu)NãoObstante

Meus Filmes Preferidos e Como Faço Meu Arquivamento Digital

Essa não é uma postagem para falar dos meus filmes preferidos, no entanto, aqui está a lista, sem ordem de preferência.


Essa é uma postagem sobre apagamento de conteúdo, enshitificação e como criar uma biblioteca de conteúdo local.

Citando o título da postagem do Trilux:

"É urgente ser seu próprio personal arquivista digital"

Muitas coisas vem sendo apagadas da internet, alguns filmes da minha lista, por exemplo, são muito difíceis de se encontrar. Esse apagamento, infelizmente, é feito pelas empresas que detêm os direitos de disponibilidade desses conteúdos, atualmente, as empresas de streaming.

E a decisão do que fica e do que sai dos seus catálogos é baseada, exclusivamente, na rentabilidade.

Por isso, resolvi pegar alguns HD (aqueles modelos antigos, retangular, pesadinho) e armazenar alguns conteúdos que eu gosto, vejo com frequência e/ou gostaria de guardar pra ver depois.

Visitei alguns queridos sites1 de uns camaradas de tapa-olho ☠️, baixei a melhor versão do conteúdo que eu procurava e comecei o meu Arquivamento Digital Pessoal.

Criei um servidor de mídia, que nada mais é, que um computador simples com o programa Jellyfin instalado e com os arquivos dos filmes organizados numa pasta.

Também instalei o app do Jellyfin nos dispositivos da casa (tv, celular, tablet) pra eles acessarem os filmes que estão no computador através de um catálogo visual bem parecido com o dos streamings.

O servidor de mídia só pode ser acessado por dispositivos na mesma rede, ou seja, tudo precisa estar conectado no mesmo wifi, provavelmente, o da sua casa.

Essa mudança, além de me poupar algum dinheiro com o cancelamento dos serviços de streamings, ainda me trouxe alguns benefícios, a partir de limitações:

Não obstante, isso me poupou daquela sensação estranha que é passar horas tentando escolher alguma coisa nos catálogos infindáveis dos streamings, e quando finalmente escolhe, ainda fica com a sensação de que os filmes que não foram escolhidos, talvez fossem melhores. O que gera uma ansiedade absurda.

É a famosa frase do Schopenras:

"A vida é uma constante oscilação entre a ânsia de ter e o tédio de possuir."

Ainda não consigo dizer, mas com essa mudança, espero conseguir lembrar melhor dos filmes que for assistindo, o que tem sido um grande desafio nos últimos anos.



Esse é um blog sem área de comentários, mas se tiver algo pra me dizer,
pode enviar para thgsfarias@proton.me

  1. Esse, esse, esse e esse